Com a alteração de algumas situações na vida familiar as prestações dos empréstimos, que até então eram suportáveis, tornam-se difíceis de cumprir. A redução dos encargos com os créditos é uma forma de muitas famílias conseguirem manter as suas obrigações sem que entrem em incumprimento. Para casos como estes, ou outros, saiba que existem essencialmente quatro soluções para conseguir uma prestação mais baixa. Alargar o prazo do empréstimo é uma possibilidade. Por exemplo, num crédito à habitação passar o empréstimo de 30 para 40 anos poderá significar uma redução de 100 euros ou até mais. No entanto, é preciso saber que, no final, acabará por pagar mais pela totalidade do crédito. O diferimento de capital é outra hipótese. Na prática é transferir uma percentagem (normalmente até 30%) do crédito para a última prestação. Se por um lado consegue um alívio mensal é importante ter atenção que a última prestação será elevada e convém estar prevenido. O período de carência permite que durante uns meses, por exemplo, 24 meses, apenas pagar juros sobre o empréstimo não amortizando o crédito pedido. Durante esse período a prestação é menor mas quando termina o prazo a prestação volta ao normal. Por fim, o crédito consolidado é uma solução para reduzir a totalidade das prestações. Na prática trata-se de juntar todos os créditos num só, conseguindo desta forma uma redução considerável dos créditos. No entanto, é importante saber que depois de optar por uma situação destas, caso haja uma dificuldade, será mais difícil renegociar os empréstimos. Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como reduzir as prestações com os créditos.
Com a época de Saldos muitas pessoas aproveitam para fazer algumas compras que precisam mas a preços mais reduzidos. No entanto, deve ter sempre alguns cuidados e não se deixar cair em tentação porque nem sempre o que parece é. Há alguns cuidados que deve ter nomeadamente o desconto que está a beneficiar. Convém ver sempre na etiqueta qual era o preço antigo e qual o novo para saber se compensa fazer a compra. Além disso, nesta altura é também frequente alguns comerciantes aproveitarem para escoarem produtos com defeito, embora não seja ilícito, convém estar sempre atento para não levar um produto que pensava em bom estado. Outro dos pontos importantes é o sistema de trocas e devoluções. Informe-se se a loja permite fazer devoluções antes de comprar. Assim, se por algum motivo se arrepender tem sempre possibilidade de trocar ou mesmo devolver o artigo. Por fim, mesmo na altura dos Saldos convém sermos disciplinados. A redução de preços não deve ser aproveitada a qualquer custo. Avalie bem os produtos que necessita e saía de casa já com uma ideia definida. O ideal é aproveitar as manhãs, que habitualmente são mais calmas, para fazer as compras. Além de ter menos confusões irá ter mais calma para comparar preços e avaliar se as compras compensam. Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como gerir as compras nas épocas de Saldos.
O subsídio de Natal é utilizado por muitas pessoas para comprar presentes para os familiares e amigos e também para algumas contas. No entanto, com o corte do subsídio a gestão do subsídio requer ser ainda mais ponderada e cuidada. Para quem tem dúvidas sobre o que fazer ao dinheiro extra, saiba que, apesar do aumento da despesa que se verifica na mesma altura em que se recebe o subsídio de férias ou de Natal, o ideal é mesmo aproveitar essa receita fora do comum para abater algumas dívidas e dar folga ao orçamento familiar. Os destinos possíveis para esse dinheiro extra são: amortizar dívidas, poupar, investir ou gastar. Se tem dívidas deve começar por pagá-las, sobretudo aquelas com taxa de juro mais elevadas. Se não vejamos, num empréstimo de 10 mil euros, a 48 meses amortizar, por exemplo, 1500 euros pode significar uma poupança superior a 50 euros na prestação. Para quem tem dúvidas se deve amortizar um dos seus créditos e poupar, isto é, colocar o seu dinheiro num depósito a prazo, não hesite: amortize primeiro. Lembre-se da ordem amortizar, poupar e investir. Se há dívidas pague-as primeiro. Amortizar é mais vantajoso do que pôr o dinheiro num depósito a prazo, e não é muito difícil de perceber porquê. Num cartão de crédito, por exemplo, está a pagar ao banco um juro superior a 20%, enquanto num depósito o banco está a pagar-lhe pouco mais de 4%. Quer isto dizer que o juro que está a pagar é mais elevado do que a remuneração que o banco lhe oferece. Aproveitar o rendimento extra para reduzir dívidas e aumentar poupança é, nos dias de hoje, uma boa opção. Quanto aos presentes, há sempre boas ideias que não implicam gastar todo esse rendimento. Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como gerir o subsídio de Natal.
O dinheiro que gastamos com os bancos vai muito além do pagamento da prestação dos empréstimos. Consultar os movimentos, pedir livros de cheques, fazer transferências e até mesmo a anuidade do cartão de crédito podem representar, ao fim de um ano, centenas de euros. Siga algumas sugestões sobre como poupar nas comissões bancárias 1 – Opte por realizar as operações através da banca electrónica são, por norma, mais baratas do que se feitas ao balcão ou através da banca telefónica. Em alguns casos, as operações através da Internet são mesmo gratuitas. 2 – A conta-ordenado é também uma forma de reduzir nas comissões bancárias. Uma das vantagens é que, neste tipo de solução – em que o ordenado é depositado na mesma conta todos os meses – é a não cobrança de comissão de gestão de conta. No entanto, tenha atenção e evite recorrer ao descoberto automático associado a esta, porque esse tem custos. 3 – A anuidade do cartão de crédito é também um custo, por vezes, que pagamos desnecessariamente. Se apenas tem o cartão para emergências procure um cuja anuidade seja gratuita, caso contrário estará a pagar uma comissão mesmo que não utilize o cartão. 4 – O Multibanco permite realizar várias operações e têm encargos mais leves do que as operações realizadas ao balcão do banco. Em alguns casos são mesmo gratuitas. 5 – Por fim, uma das sugestões passa por consolidar os produtos no mesmo banco. Ao ter os produtos todos no mesmo banco, em princípio, pagará menos pelos serviços, além de o banco oferecer melhores taxas no crédito. Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como poupar nas comissões bancárias.
Com o início do início do Outono e do Inverno, os dias ficam mais pequenos, o tempo começa a arrefecer e temos mais necessidade de aquecer a casa para nos sentirmos confortáveis. Mas é importante perceber que cada vez que ligamos o aquecedor à corrente, ou aumentamos um grau no ar-condicionado, estamos também a aumentar a factura da electricidade. Com a subida do preço da electricidade todas as dicas são importantes para conseguirmos reduzir não só o desperdício energético como também o desperdício financeiro. A pensar nisso, siga algumas das sugestões para poupar no aquecimento da casa. Uma das dicas é aproveitar ao máximo a luz natural. Abra as cortinas e os estores para aquecer a casa durante os dias de sol de Inverno, comprando equipamento que isola as janelas e portas para impedir que o calor saia durante a noite. Para quem tenha, em casa, chão de madeira ou mosaicos, pode sempre optar por colocar um tapete para manter os seus pés quentes e tornar o ambiente mais confortável. Se tem aquecimentos em casa procure utilizá-los o menos possível. A melhor forma de o fazer é aquecer uma divisão e manter as portas fechadas de modo a que o calor permaneça na divisão. Procure também adequar o vestuário à estação. Com mais uma camisola já não sentirá tanta necessidade de ligar o aquecedor. Por fim, pode sempre aproveitar e visitar o site da EDP, e fazer uma simulação para verificar qual o tarifário que se aplica melhor ao seu caso. Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como poupar no aquecimento da casa.
Com o início do ano escolar há sempre muitas despesas, nomeadamente com livros, cadernos e todo o material escolar. Para que consiga gerir o orçamento familiar para estes gastos é necessário algum planeamento e escolhas acertadas. Apesar de ser no início do ano escolar que mais dinheiro se gasta, de uma vez só, em material escolar, a verdade é que ao longo de todo o ano lectivo serão necessários mais alguns cadernos e material que se desgasta. No caso dos livros, apesar da preferência recair por livros novos em folha, há soluções mais económicas. Um desses exemplos são os leilões feitos através da Internet, uma vez que os livros usados são bem mais baratos que os novos. Sites como, por exemplo, o Leiloes.net permitem-lhe encontrar livros usados a preços mais em conta. No entanto, se está fora de questão comprar livros usados tem sempre a possibilidade de comprar livros novos através da Internet. Por norma, as livrarias tendem a apresentar um desconto de cerca de 10% nas compras online. Para que a factura não se pese muito logo no arranque do ano lectivo uma dica é não comprar tudo de uma vez. Há material que só será necessário numa fase posterior e poderá saber sempre antecipadamente com os professores quando o material será necessário. Por fim, tal como poupar para outras despesas pode aos poucos ir fazendo-o ao longo do ano, de forma faseada. Assim, no próximo ano lectivo já não necessitará de um montante tão avultado de uma vez só. Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como poupar no material escolar.
Utilizar o telefone fixo para fazer chamadas voltou a ser uma prática em muitas casas, sobretudo devido aos preços competitivos oferecidos pelas empresas de telecomunicações. No entanto, a despesa com a conta do telefone ainda é significativa em algumas casas. Siga, por isso, algumas das dicas para conseguir reduzir a factura do telefone. Em primeiro lugar, deve fazer um levantamento das ofertas existentes no mercado. Procure a tarifa que se adequa melhor às suas telecomunicações. Se encontrar mais barato, mude. A maioria das empresas até costuma oferecer a instalação gratuita. Outra das formas de poupar no telefone fixo é optar pela internet. Existem vários programas de chamadas gratuitos, como é o caso do Skype, que permitem realizar chamadas telefónicas via internet sem ter de gastar um único cêntimo. E não interessa se a chamada é nacional ou mesmo para o estrangeiro, é totalmente gratuito. Apenas tem de se certificar que tem um microfone para conseguir falar. Os pacotes completos de alguns operadores podem também ser uma solução. Muitas vezes, ao integrar a televisão, internet e telefone conseguem condições competitivas nas chamadas do telefone fixo. Por norma estes pacotes, para quem necessita de todos os serviços, têm preços mais em conta do que se contratasse os serviços individualmente. Por fim, optar por horários mais económicos pode também ser uma forma de poupar. Há operadores que em determinado horários do dia e/ou noite têm chamadas gratuitas. Assim, se conseguir concentrar as chamadas nesses horários poderá reduzir bastante a factura do telefone. Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como poupar na conta do telefone fixo.
Os meses de Verão são sempre ansiados por muitas pessoas, sobretudo por causa do calor. No entanto, se por um lado o sol quente é apetecível para idas à praia e à piscina, a verdade é que ter a casa muito quente pode não ser confortável. São várias as formas para conseguir arrefecer a sua casa, sem que para isso tenha de gastar muito dinheiro. Conheça algumas. Utilizar a noite para arrefecer a casa é uma boa estratégia. Durante a noite aproveite para abrir as janelas todas da casa para fazer corrente de ar e conseguir arrefecê-la. Assim durante o dia, nos locais onde apanha muito sol, feche as portas e as janelas, corra estores ou coloque toldos. Deste modo conseguirá manter a casa um pouco mais protegida da entrada de calor. Nas varandas ou mesmo por cima da janelas colocar palas ou toldos ajudam também a quebrar a incidência directa do sol. Optar por flores e plantas também é uma boa solução. Pode colocar plantas altas junto das janelas, já que estas fazem sombra. Além disso, as plantas contribuem para um arrefecimento natural dos locais e oxigena o ar. Para quem tenha ar-condicionado é necessário ter atenção à temperatura. O ideal é 20ºC no Inverno e 25ºC no Verão. Quando sair de casa, desligue-o para evitar um gasto desnecessário. As ventoinhas são uma alternativa, permitindo circular também o ar pela casa. Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como poupar no arrefecimento da sua casa no Verão.
Viajar é para muitas pessoas um sonho. No entanto, para que esse sonho não se transforme num pesadelo financeiro é necessário não só peso conta e medida como também planeamento. É possível viajar para fora ou mesmo para fora cá dentro sem ter de arruinar o orçamento familiar. Existem várias dicas de como pode conseguir poupar nas viagens, ficam aqui apenas algumas sugestões. Procure na Internet, que acaba por ser o melhor local para encontrar propostas de férias a preços mais acessíveis. Cada vez mais, o mercado turístico está presente on-line e em poucas horas é possível visitar várias agências de viagens e operadores turísticos e ter acesso a promoções que são exclusivas de empresas que operam, apenas, através deste canal de distribuição. Outra das grandes vantagens que é que através da Internet não está limitado e pode mesmo comprar férias de operadores turísticos fora do país. Sempre que possível escolha as companhias aéreas de baixo custo, conhecidas como “low cost”. Embora não tenha as regalias incluídas das companhias de bandeiras, a não ser que pague à parte, a verdade é que acaba por conseguir uma poupança considerável. Alugue uma casa em vez de ir para um hotel. Numa casa ou apartamento é possível cozinhar e poupar o dinheiro das refeições. Além disso, quando viaja em família ou com a amigos, dividir a despesa por uma casa sai muitas vezes bem mais barato do que se fossem todos para um hotel. Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como poupar nas viagens.
Compreender o que se tem, quanto se deve e o dinheiro que entra em casa é essencial para conseguir equilibrar as finanças pessoais e alcançar a independência financeira. Para isso é necessário um orçamento familiar. Toda a família deve participar na elaboração do orçamento, além de ajudarem na definição de objectivos concretos para algumas despesas, é uma maneira de conversarem sobre o dinheiro da família sem tabus. Existem essencialmente, cinco grandes passos: 1. Fazer uma lista com todas as receitas e despesas da família, organizadas por categorias: alimentação, transportes, casa, etc. É necessário que se aponte diariamente todo o dinheiro que se gastou. Só assim, será possível saber quais os seus hábitos de consumo e quanto é que estão a pesar no orçamento. 2. Depois de ter a fotografia. O ideal é esperar por ter todo o mapa de receitas e despesas do mês preenchido, identificar alguns gastos desnecessários e começar a eliminá-los. 3. Pense na poupança como uma categoria do orçamento. Definir uma fatia de poupança, por muito pequena que seja. Mesmo um euro colocado de lado é poupança, o importante é começar. Só sabendo qual o seu nível actual de poupança, é que será possível aumentá-lo. 4. Definir objectivos e metas para cumprir. Por exemplo: “gastar, no máximo, 50 euros por semana no supermercado”. Pode definir montantes para as diferentes categorias. 5. Por último, rever o que foi feito no último mês e reajustar novos objectivos. Só assim poderá alterar a sua relação com o dinheiro, tendo como ponto de partida o orçamento. Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como fazer um orçamento familiar.
Com o inicio da entrega do IRS é altura de retirar todas os recibos guardados, fazer as contas e tentar ao máximo reduzir a factura de impostos a pagar ao Estado. E, por enquanto, ainda são várias as categorias que permitem poupar no IRS. Para quem conseguir aproveitar todas as deduções máximas, a poupança fiscal pode mesmo ultrapassar os três mil euros. As principais categorias que, habitualmente, os portugueses recorrem para poupar no IRS são: saúde, educação, habitação, seguros e planos poupança reforma (PPR). Na Saúde é possível deduzir 30% das despesas de saúde do contribuinte e do agregado familiar. Mas apenas são "válidos" os medicamentos isentos de IVA ou sujeitos a uma taxa de IVA de 5% (em vigor até final de Junho de 2010) e de 6% (taxa em vigor a partir de Julho de 2010). Os medicamentos com IVA superior (20% até final de Junho e 21% a partir de Julho) também são dedutíveis desde que o contribuinte apresente receita médica e até ao limite de 65 euros. Na educação, as despesas com a formação do contribuinte e dos seus dependentes são dedutíveis à colecta em 30% até ao limite máximo de 760 euros. No caso de existirem três ou mais filhos o limite a deduzir aumenta 142,5 euros por cada um dos filhos. Já na habitação pode deduzir à colecta 30% dos juros e amortizações dos empréstimos para compra de habitação própria e permanente, em território nacional, até 591 euros. Nos arrendamentos basta declarar o somatório do valor patente nos recibos de pagamento. Nos seguros pode deduzir 25% dos prémios de seguros de acidentes pessoais e seguros de vida até 65 euros (solteiro) ou 130 euros (casado). São dedutíveis 30% dos prémios de seguros de saúde até 170 euros (casados), e 85 euros (solteiros e unidos de facto). Enquanto nos Planos Poupança Reforma (PPR) são dedutíveis no IRS 20% dos valores aplicados até ao limite máximo de 400 euros para os contribuintes com idade inferior a 35 anos; 350 euros para quem tiver entre os 35 e os 50 anos; e 300 euros com idade superior a 50 anos. Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como reduzir a factura do IRS.
Com o aumento dos alimentos e alguns bens de primeira necessidade, uma das formas de conseguir reduzir o desperdício financeiro é reduzir nas refeições fora de casa, seja pequeno-almoço, almoço ou jantar. É preciso que cada família conheça as suas necessidades e saiba que, por exemplo, ao final do mês pode conseguir poupar mais de 150 euros caso deixe, por exemplo, de almoçar todos os dias fora. Esse dinheiro pode depois ser canalizado para outra despesa. Além de tomar o pequeno-almoço em casa ser uma boa opção, optar por levar comida para o trabalho também vai ajudá-lo a poupar. Uma dica, para não ter de cozinhar todos os dias a comida que vai levar para o trabalho, pode desafiar os seus colegas para um “foodsharing” (em português, partilhar comida). Na prática pode juntar-se com uns colegas e definem um dia por semana em que uma pessoa cozinha para todas. Assim, além de só ter de fazer comida um dia por semana, poupando tempo, dinheiro, gás e electricidade, há sempre o efeito surpresa: o que será hoje o almoço? Deixe também as suas dicas ou histórias, sobre como reduzir o desperdício financeiro nas refeições fora de casa.
O último mês do ano é, quase sempre, sinónimo de desperdício financeiro. Os presentes para a família, as lembranças para os amigos e colegas são responsáveis por muitos excessos e podem mesmo descontrolar as contas de lá casa. O Natal, à semelhança de outras épocas festivas ou ocasiões especiais, como os aniversários, podem ser passados em festa, sem que para isso tenha de arruinar o orçamento. Para que tudo corra pelo melhor, o primeiro passo para evitar maiores desperdícios, é fazer uma lista do que precisa de comprar e impor um limite de gastos. Deve procurar respeitar esse limite ao máximo. Depois, com tempo, compare os preços nas diversas lojas, recorrendo, também, à Internet, para garantir que encontra os artigos que pretende ao mais baixo preço. O ideal é começar as compras um ou dois meses antes da época natalícia, quando os preços não estão inflacionados. Se já não vai a tempo, lembre-se na próxima quadra de começar as compras mais cedo, e não deixar tudo para a última hora. Uma ideia que pode ajudar a desperdiçar menos dinheiro e, também, a permitir oferecer melhores presentes é juntar o seu dinheiro ao de outros familiares para comprar um presente conjunto. Outra das possibilidades, é optar pela troca de presentes. Assim, só terá de comprar um presente (para a pessoa que lhe calhou em sorte) em vez de 10, caso comprasse para todos os seus amigos. Se tem jeito para pintura, desejo ou bricolage pode também optar por fazer um presente personalizado. Deixe você também, as suas dicas ou histórias, sobre como reduzir o desperdício financeiro nas compras das épocas especiais.
Todos os anos, chegada a altura das férias, são muitas as solicitações das agências de viagens e operadores turísticos de viagens a lugares paradisíacos. E a vontade de ter o merecido descanso leva a que por vezes se tomem algumas decisões sem que sejam bem ponderadas. Existem, no entanto, algumas dicas simples que permitem conseguir usufruir de umas férias sem ter de gastar muito dinheiro. A opção de ficar em casa e pelas praias e jardins mais próximos é sempre a mais barata, mas para quem planeia viajar para outro país é possível também conseguir poupar alguns euros. Comece por planear as viagens com tempo de modo a que possa ter acesso às tarifas mais baratas. As vendas antecipadas podem, nalguns casos, permitir uma poupança superior a 30%. Fugir das épocas altas também é uma boa forma de poupar algum dinheiro e visitar os mesmos locais por metade do preço. Através da Internet é possível encontrar preços mais convidativos. No que se refere aos voos, opte pelas companhias aéreas ‘low cost’, a poupança face a uma companhia área de bandeira é considerável. No entanto, deve procurar ser flexível quanto à data de partida, uma vez que existem diferenças de preços para datas de partida. Por exemplo, a saída à quinta-feira pode ser mais barata do que a saída ao sábado ou domingo. Alugar uma casa, em vez de ir para um hotel, é também uma opção. É que numa casa ou apartamento é possível cozinhar e poupar o dinheiro das refeições. Além disso, quando viaja em família ou com a amigos, dividir a despesa por uma casa sai muitas vezes bem mais barato do que se fossem todos para um hotel. Deixe você também, as suas dicas ou histórias, sobre como conseguir poupar nas férias e viagens.
A alimentação é uma parcela importante nas compras de supermercado do orçamento familiar. Se pensa que é impossível cortar nestas despesas, engana-se. Bem sabemos que todos temos de comprar os produtos de mercearia, frescos, limpeza, higiene, entre outros. O problema está, muitas vezes, nos produtos que se gastam a mais sem necessidade. Seja por falta de planeamento, por fazer as compras à pressa ou por ir ao supermercado fazer as compras grandes tendo apenas uma noção do que falta. Tudo isto se traduz, normalmente, numa conta maior. Faça uma lista antes de ir às compras e, sempre que possível, opte pelas marcas brancas. Muitos desses produtos são de qualidade igual ou até superior aos de marca. Veja no rótulo, porque alguns são feitos na mesma fábrica que os produtos de marca, mas podem chegar a custar menos 30% ou 50%. Contas feitas, por exemplo, um carrinho cheio que represente uma conta de 300 euros, poderá ficar por 200 euros, substituindo alguns produtos. Ainda antes de ir às compras veja a sua despensa, para que saiba quais são os produtos que lhe faltam. Faça uma lista e siga-a. Defina previamente um valor que pretende gastar e enquanto estiver às compras use a calculadora do telemóvel, ou uma que leve consigo, para manter os custos controlados. Pode sempre consultar a lista que a DECO/Proteste publica anualmente sobre qual o supermercado mais barato na sua zona. Deixe você também, as suas dicas ou histórias sobre como reduzir o desperdício nas compras do supermercado.
Mobilar a casa é sempre uma tarefa complicada e, muitas das vezes, dispendiosa. A verdade é que cada um gosta de dar um toque pessoal ao seu lar e,mesmo que não seja um especialista em decoração, pode sempre conseguir ter a casa ao seu gosto sem ter de gastar uma fortuna. Apenas requer-se alguma criatividade. As feiras, lojas de usados e antiquários são sempre bons locais para encontrar vários produtos a preços reduzidos, com a vantagem de, algumas vezes, ainda conseguir negociar o preço. Mesmo que alguns artigos necessitem depois de uma pintura, pode valer a pena, basta comparar com o preço dos produtos novos que encontra em qualquer loja. No entanto, antes mesmo de se lançar à procura dos produtos, o melhor mesmo é definir quanto é que pode gastar do seu orçamento para esta categoria. As paredes são também um ponto importante de decoração, que pode fazer a diferença num espaço. Uma lata de tinta e uma trincha e é só pôr mãos à obra. Dependendo do espaço que quer pintar, se o fizer você mesmo, 30 euros poderão chegar. Um preço certamente inferior ao de contratar um pintor. Em vez da pintura, há também o papel de parede ou mesmo vinil autocolante, que permitem fazer pequenos apontamentos num espaço sem ter de desperdiçar muito dinheiro. Reciclar é também uma opção económica. Por exemplo, se tem umas cadeiras na sala ou escritório que pensa em trocar, porque não optar por pintá-las ou mesmo estofar? Basta um tecido novo ou cobertas com capas e parecerão cadeiras novas. Consulte algumas revistas de decoração e sites. Vai encontrar várias ideias de decoração que poderá aplicar à sua casa sem que para isso tenha de ultrapassar o orçamento familiar. Se as peças que pretende trocar são das maiores, a melhor forma de poupar é vender essa mobília, à qual pode juntar alguns móveis que tenha esquecidos no sótão ou na garagem. Além de conseguir libertar espaço na casa, o dinheiro conseguido com a venda irá permitir-lhe comprar aquele tapete ou mesa nova, sem grande esforço. Deixe-nos também as suas dicas sobre como decorar a casa sem ultrapassar o orçamento.
Sabe quanto precisa dar de entrada para uma casa? Quanto é que vai precisar para garantir a universidade dos seus filhos? Já começou a pensar na reforma, e em como conseguir manter o seu nível de vida nessa altura? A resposta a todas estas perguntas está no planeamento financeiro. É importante traçar os objectivos de vida e ajustar o orçamento em função desses objectivos. Um casal com 30 anos certamente tem objectivos diferentes de um casal de 50 anos. Se ainda não está a planear as suas finanças, talvez seja útil começar a fazê-lo. Defina montantes para diferentes objectivos e diferentes horizontes: curto prazo, médio prazo e longo prazo. No curto prazo, por exemplo, pode ser uma viagem ou criar um fundo de emergência, para eventuais imprevistos; no médio prazo, pode ser trocar de carro e, no longo prazo, planear a reforma. Para saber se está prevenido, no curto prazo, por exemplo, para imprevistos, faça esta pergunta a si mesmo: se deixasse neste preciso momento de trabalhar e de ganhar dinheiro, ou seja, se deixasse de entrar mais um euro que fosse para a sua conta, quantos meses conseguiria sobreviver mantendo o mesmo nível de despesas? A resposta permite-lhe avaliar se tem um plano financeiro para imprevistos. O ideal é ter um fundo de emergência que lhe permita viver 6 meses com o mesmo nível de despesas. Ou seja, se tem 500 euros de despesas mensais deverá começar a criar um fundo de emergência de 3000 euros. Já para objectivos de longo prazo, também é importante planear e quanto mais cedo, melhor. Por exemplo, uma pessoa com 40 anos se aplicar 100 euros por mês num produto para a reforma com uma taxa de juro de 4,5%, conseguirá aos 65 anos um complemento de reforma de 410 euros por mês. Agora, se começar a fazer esta poupança, dez anos mais cedo, ou seja, com 30 anos, já conseguirá um complemento de reforma de 840 euros mensais, ou seja, mais do dobro, o que mostra que quanto mais cedo for feito um planeamento, melhor. Deixe-nos você também, as suas dicas ou histórias sobre planeamento financeiro.
Quando se fala em reduzir custos ou eliminar desperdício, muitos pensam, imediatamente, na redução das grandes despesas individuais, como a prestação da casa e do carro, a conta com transportes ou as telecomunicações. E há uma tendência para esquecer outras despesas, mais pequenas. Só que, estas pequenas despesas do dia-a-dia, chegado o final do mês, podem ter um peso suficientemente grande para ofuscar outros custos mensais de grande dimensão. Além disso, o conjunto destas pequenas despesas tem uma característica que o torna um alvo apetecível para a redução de custos, que é a sua flexibilidade. Para conseguir controlar estas pequenas despesas é vital fazer, diariamente, uma listagem de todas as contas pagas, de cada cêntimo que sai da carteira, para que, chegado o fim do mês, saiba exactamente onde está a gastar o dinheiro. Já pensou que se gasta, por exemplo, 2,50 euros num pequeno-almoço fora de casa todos os dias, ao final de um ano terá gasto mais de 600 euros? E que gastar 10 euros diariamente, num almoço, custa-lhe mais de 2.600 euros ao final de um ano? A dica é começar a fazer contas às pequenas despesas diárias e veja quanto gasta, por mês, em: pequenos-almoços, lanches, cafés, cigarros, revistas, jantares, entre outras pequenas despesas do dia-a-dia. Deixe-nos, você também, as suas dicas ou histórias sobre as pequenas despesas do dia-a-dia que podemos cortar para realizar outros projectos!